Postagens em Biografia
Oanna Selten

Escritora do Ser; cingida pela poética filosofia da existencialidade. Adoradora da linguagem, vive para ascender a própria consciência por meio da Escrita Transcendental. Aprecia as Artes, em especial as clássicas, embora não hesite em se deleitar pelo contemporâneo. Apetece-lhe a autenticidade, ainda que, para fundamentá-la, seja preciso destruir as normas literárias pré-estabelecidas – idem aos preceitos sociais déspotas. Está vinculada à natureza como as grandes raízes de uma centenária figueira, vê a magia entorno do Universo e realiza-se na compreensão dela. Gosta de apóstrofos e defendê-los-á até que se findem os dias humanos.

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Lucas Pimentel

Hora o ser fragmentado em personas dicotômicas, hora o ser fluído que cabe em todos os recipientes. Conduzido pela estética anti-parnasiana, tal torta e quebradiça quanto o próprio homem. Amante das filosóficas questões que surgem pelo fascínio das mentes mais perturbadas. Admirador das pinturas clássica, embora tenha um eterno amor pela vanguarda surrealista.

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Ricardo Cunha

alhures, RicardoC -- arquiteto e fotógrafo. Escreve, todavia, desde novo. Sempre teve muito pudor em chamar-se poeta, mas escreve sobretudo poesia. Se escreve, bem ou mal, é mais por gosto que por oportunidade. Tem procurado, apesar dos pesares, aprender todos os dias com os textos que publica na esperança d'um dia escrever alguma coisa de interesse geral. Enquanto esse dia não chega, vai enchendo páginas e páginas de versos que talvez signifiquem algo para alguns. Aprecia versos com métrica, ritmo e rima, mas não desdenha os que não os têm. Sem embargo, não se entende como passadista ou qualquer ismo afim, ao contrário, é adepto, em Literatura, tão-somente do MILENARISMO cujo apocalipse da virada do dois mil frustrou. Um frustrado histórico, portanto.

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Glícia Nathállia

Um ser em busca da constante melhora como humana. Não me defino ou me rotulo... apenas me mostro, em minha essência, quem sou. Amo toda forma de arte. Ainda que não reste-me nada: a voz, o corpo, ou até a maneira de se expressar, ainda restam-me as palavras. Por isso, escrevo. Elas vão me libertar ou confirmar que estou presa para sempre a elas. Aceito o fluxo livre do universo e busco um ciclo de humanidade e estilo de vida artístico e altamente culto, embora, sinestésica e profícua ao mesmo tempo. Tenho uma ligação íntima e sagrada com a natureza, o que explica meu gosto pelo belo e pelo ancestral. Deixe-me mostrar-te quem sou... há uma grande probabilidade de, realmente, adentrar-me um mundo.

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Giovani Coelho de Souza

Apenas sou um Ser em constante construção, uma construção viva em palavras, imagens e visões acerca da humana realidade. Como objetivo primordial na Arte Escrita, minha devoção plena é em retirar do mais fundo do meu Eu cada palavra, arrancando-as com força e vitalidade. Não escrevo para agradar, mas para provocar, insinuar, agredir e fazer pensar. No entanto, de diversos modos me expresso, podendo ser encontrado em meu trabalho o que é suave, romântico, místico e transcendental. Ao me transmutar em Inominável Ser às dezenove horas de 31 de julho de 2007, iniciei uma busca pelo meu Verdadeiro Ser tanto na Escrita quanto em meu Existir Total. Busca que ainda continua. Busca que continuará até o último suspiro que darei. Nasci para escrever. Morrerei escrevendo.

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